As três perguntas
1. Qual é o protocolo da empresa para uma crise reputacional aguda detectada em final de semana? Quem aciona quem, em que prazo e com qual autoridade?
2. Quais indicadores de reputação são reportados ao conselho de forma regular? Em que frequência? Com qual padrão de mensuração?
3. Quem, na estrutura da empresa, é institucionalmente responsável pela função de reputação? Esse responsável tem acesso direto ao CEO e ao conselho?
O que as respostas revelam
Se não há resposta clara para qualquer das três, a empresa não governa reputação como ativo. Governa por reação. Em ambiente contemporâneo, isso é risco institucional.
Conclusões
- Três perguntas simples diagnosticam governança reputacional.
- Ausência de resposta clara é sinal de risco institucional.
- Conselheiros têm dever fiduciário de exigir essa governança.